A agenda era intensa: em uma semana, a missão brasileira teria que percorrer nada menos do que quatro países da Ásia, onde haviam compromissos marcados com agentes institucionais e empresários. Capitaneado pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o grupo escolheu de forma cirúrgica seus integrante – investidores nacionais e parlamentares que atuam em favor do agronegócio. O objetivo? Colocar o Brasil na vitrine asiática.
Juntos, eles visitaram Japão, China, Vietnã e Indonésia. Entre eles estava a deputada Aline Sleutjes, defensora do agronegócio e cooperativismo, que aposta no crescimento da pauta de exportações como um dos principais vetores de desenvolvimento do País.
“Ao abrir mercado para os nossos produtos em um continente tão promissor, colocaremos nosso país em destaque”, declarou Aline, defendendo que a visita serviu para fortalecer (ainda mais) relações comerciais fortes como a que o Brasil mantém com a China, e abrir mais espaços em países com pouca participação na nossa balança comercial, como é o caso da Indonésia.

Missão China

Maior parceiro comercial do Brasil, a China comprou mais de US$ 60 bilhões em produtos brasileiros no ano passado – responsável direto pelo superávit de US$ 58,2 bilhões da balança comercial brasileira. No primeiro trimestre deste ano, os chineses seguem o topo dos importadores: já comprou mais de US$ 19 bilhões.
“Mas o que é bom sempre pode – e deve – melhorar”, defende Aline.
Ela garante que a missão brasileira voltou da China com boas novas – especialmente para o setor de frigoríficos:
“Durante reunião com administrador geral de Aduanas da China, Ni Yuefeng, a ministra Tereza Cristina conseguiu, de forma muito hábil, criar a possibilidade de 78 frigoríficos nacionais serem certificados para comercializar no mercado chinês”, revela a deputada, que finalizou:
“Os brasileiros deixaram claro que o país está preparado para aumentar a oferta de proteína animal, dentro das normas sanitárias estabelecidas entre Brasil e China”.

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