A deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR), vice-líder do governo no Congresso Nacional e presidente da Comissão de Agricultura, sempre com muita coerência e pesquisa, declarou sua posição favorável ao tratamento imediato para os pacientes acometidos com a Covid-19.

“O trabalho de enfrentamento da Covid-19 em vários municípios brasileiros é espetacular, exemplo para o Brasil. Um exemplo disso é o município de Chapecó, em Santa Catarina, do prefeito João Rodrigues. Hoje a cidade é exemplo para o Brasil, pois uniu saúde e economia. O tratamento imediato, o cuidado com a vida e o zelo pela economia possibilitam a recuperação de milhares de brasileiros. Os resultados positivos demonstram que existe solução para este problema, a união de todos contra a Covid-19 é uma delas. Devemos respeitar a autonomia do médico e o incentivo a prescrição dos medicamentos necessários para o tratamento imediato. Todos os remédios devem estar disponíveis para os cidadãos”, disse.

A parlamentar também registrou o esforço do governo federal no enfrentamento à pandemia. “O governo federal está com um mar de investimentos desde o começo da pandemia. Destaco aqui que para o Brasil foram repassados R$420 bilhões de reais, para o meu estado, o do Paraná, quase R$40 bilhões. Cada governador e prefeito recebeu milhões, alguns deles ainda estão com dinheiro em caixa e não investiram na saúde. Defendo o tratamento imediato, pois se nossa população estivesse recebendo os remédios de seus governantes, não teríamos chegado ao caos que estamos hoje. Não concordo que um paciente receba dipirona e seja encaminhado para casa e quando faltar ar retorne, pois não temos UTIs e respiradores para todos, afinal nunca tivemos. Covid-19 tem tratamento como toda doença, são centenas de artigos científicos que mostram sua eficácia contra a doença, não podemos mais admitir este negacionismo”, complementou a deputada.

Aline lembrou que os males para a economia já estão sendo sentidos. “O que está acontecendo é que governadores e prefeitos por não terem feito a lição de casa, equipado seus postos, UPAs e hospitais, não terem criado políticas públicas para o tratamento profilático e imediato, viram aumentar os casos, gerando um caos nos hospitais pela falta de vaga de UTIs que vale lembrar, sempre existiu, e tomaram atitudes absurdas e restritivas como se isso fosse solução. O lockdown não resolve e nunca resolveu, até a OMS já disse isso. Fechar o comércio não resolve. O comerciante vai comer o que? Como vai pagar as contas? Estamos com quase 15 milhões de desempregados por conta de políticas ineficazes como essa. Portanto precisamos de coerência, respeito e a garantia dos nossos direitos constitucionais.”, finalizou.

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