Atualizado em 25 de abril de 2020, às 21h47

 

Está declarado institucional o pedido de uma entidade pró-aborto para que fetos com microcefalia em caso de infecção por Zyka vírus pudessem ser abortados, por meio da ADI 5581, em votação no Supremo Tribunal Federal (STF) desde a manhã de sexta-feira (24), em sessão virtual. Com seis votos contrários até a noite deste sábado (25), de um total possível de 11, a ação não pode mais ser aprovada.

 

A liberação do aborto, em qualquer situação, é algo inconcebível na avaliação da deputada federal Aline Sleutjes, do Paraná, vice-líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara. “Isso abriria precedentes para a liberação da prática de aborto em outros tipos de casos pelo Brasil. Temos a obrigação de proteger as vidas, em qualquer etapa, e não de acabar com elas. Aborto jamais será uma bandeira a ser erguida”, afirma a parlamentar.

 

 

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