Nós somos do time que luta pela vida. Não vamos permitir que façam apologia ao crime, apologia à morte, que nós consideramos ser o aborto. Portanto, estou 100% ao lado da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, no episódio em que ela repudiou a revista “AzMina” por reportagem “Como fazer um aborto seguro?” que deixa claro a intenção de instruir mulheres pela escolha da morte.

 

Não estamos falando aqui apenas de assassinatos de fetos, mas também da enorme possibilidade das mães que utilizarem estes métodos morrerem. Se posso usar um adjetivo para isso seria, para minimizar, uma insensatez.

Na sequência, a reportagem mostra um exemplo onde uma mulher realizou o procedimento em outro país. Não satisfeita, ela, que pôs fim à vida que estava em seu ventre, agora diz que vai fundar uma organização para levar mulheres para abortar no exterior. Isso não é um estímulo para esse procedimento nefasto? É claro que é.

Aline Sleutjes abomina o Aborto

O que já parecia um roteiro de filme de terror, fica ainda pior em trecho da reportagem que fala sobre “Aborto com remédios”. A revista literalmente mostra o caminho para a morte ao revelar quais remédios podem levar ao aborto.

 

Não apenas mostram o nome como também citam os efeitos. Quanta irresponsabilidade! Todos sabem que em um momento de desespero, por pressões de terceiros, as mulheres podem fraquejar e pensar por impulso nessa alternativa.

Então desenhar esse roteiro não é apenas compactuar com atos ilícitos, é ser cúmplice de uma assassinato.

 

 

É dever do Estado não apoiar este tipo iniciativa. Sempre que isso ocorrer, vamos nos posicionar e defender a vida. Não adianta entidades de classe, com o viés político que todos nós conhecemos, quererem tentar nos calar. Ministra Damares, você tem todo o meu apoio. Somos um time forte e seguiremos sempre em favor da Vida.

 

 

 

 

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